Ex-senador, mais novo filiado ao PSB, deve ajudar a mudar a rota do partido para a eleição do ano que vem
O ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques, reconheceu publicamente que enfrenta resistência de partidos ligados à base do governo federal em relação à sua possível candidatura ao Senado. O cenário, segundo ele, reflete divergências políticas e disputas internas que ainda estão em fase de amadurecimento.
Taques afirmou que a construção de uma candidatura majoritária passa, necessariamente, por diálogo e alinhamento com diferentes forças políticas. Ele destacou que a resistência não é um obstáculo definitivo, mas parte natural do processo político, especialmente em um ambiente marcado por interesses distintos e projetos em disputa.
Nos bastidores, o desconforto estaria relacionado tanto a estratégias eleitorais quanto ao histórico político do ex-governador, que ainda gera avaliações divergentes entre lideranças partidárias. Setores da base governista defendem que decisões sobre candidaturas devem ser discutidas com mais profundidade e em conjunto, evitando anúncios considerados precipitados.
Apesar do cenário de cautela, Taques mantém sua intenção de disputar a vaga e segue articulando apoio dentro e fora do seu partido. Ele avalia que o debate interno tende a evoluir à medida que o calendário eleitoral se aproxima e que as definições ocorrerão de forma mais clara nos próximos meses.
A disputa pelo Senado em Mato Grosso promete ser acirrada, com diferentes grupos buscando consolidar nomes competitivos e viáveis, enquanto tentam preservar a unidade política necessária para o pleito.
