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Possíveis depoimentos de Nilson Leitão e empresários do Agronegócio de MT nos novos relatos do delator Mauro Cid

By Redação fev19,2024
Marcelo Camargo/AgênciaBrasil

O atual presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Nilson Leitão, juntamente com outros empresários do Agronegócio de Mato Grosso, poderão ser mencionados nos próximos depoimentos do delator Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A informação, divulgada pela IstoÉ, destaca a participação de políticos e empresários do agronegócio na suposta tentativa de golpe de Estado, conforme investigação da Polícia Federal (PF).

Segundo a revista, a influência dos empresários do setor agrícola teria sido significativa, tanto no financiamento quanto na pressão exercida sobre Bolsonaro para concretizar o golpe planejado.

“Por trás dos ruralistas está a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), a mais influente do Congresso, e seu órgão formulador e de assessoramento técnico, o Instituto Pensar Agro (IPA), liderado pelo ex-deputado Nilson Leitão (MT), reconhecido bolsonarista. O IPA representa os interesses legítimos do agronegócio, mas também abriga a ala direitista ruralista que se envolveu na tentativa de ruptura”, detalha um trecho da matéria veiculada em 16 de fevereiro.

A reportagem ainda destaca que, em seus depoimentos, Cid colocou o agronegócio no cerne da articulação golpista.

“General! Os líderes, né? Os empresários do agro que estão financiando (…) tiveram os bens bloqueados e foram chamados a depor”, revelou Cid em uma troca de mensagens com o ex-comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, que indagava sobre quais civis apoiavam a elaboração do decreto golpista.

“Ele se referia a 45 empresários do agro, a maioria de Mato Grosso, que tiveram seus bens bloqueados em novembro por decisão do ministro Alexandre de Moraes, após descobrir-se que estavam financiando os atos antidemocráticos em Brasília em dezembro”, continua a reportagem.

As citações feitas por Mauro Cid em relação ao agronegócio deverão ser analisadas com maior profundidade pelos investigadores, e o agora colaborador da Justiça deverá prestar novos depoimentos, citando nominalmente os empresários do agronegócio que teriam contribuído para a alegada escalada golpista que não obteve êxito em 8 de janeiro de 2023.

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